Safra cheia em 2026 vai sustentar emprego e renda em regiões em que o agro é dominante, diz especialista
O ano de 2026 será marcado por uma safra cheia de grãos no Brasil, segundo projeções divulgadas por órgãos oficiais. Apesar do consenso sobre o bom desempenho, há divergências quanto ao tamanho da colheita.
De acordo com o IBGE, a produção deve registrar um recuo de 3% em relação a 2025, totalizando 335,7 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. Já a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta um cenário mais otimista, com uma colheita recorde de 354 milhões de toneladas.
Independentemente da diferença entre os números, especialistas afirmam que o volume será suficiente para manter aquecidos o mercado de trabalho e a renda nas regiões em que o agronegócio é dominante. Para Felippe Serigati, professor da FGVAgro, a safra cheia reforça a relevância do setor como motor da economia brasileira e garante estabilidade para produtores e trabalhadores rurais.
A expectativa é que o desempenho da safra de 2026 fortaleça ainda mais o papel do Brasil como líder global na produção de alimentos, ampliando sua presença nos mercados internacionais e consolidando o agronegócio como pilar estratégico para o desenvolvimento econômico.
