Governo terá novo aumento de arrecadação em 2026 e arcabouço fiscal incentiva busca constante por receitas
No apagar das luzes de 2025, o Congresso Nacional se mobiliza nesta sexta-feira para votar o Orçamento de 2026, considerado estratégico por ser o último do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O texto, mais uma vez, se sustenta na busca por novas receitas como forma de equilibrar as contas públicas e garantir a execução das políticas previstas para o próximo ano.
A mais recente medida nesse sentido foi aprovada na quarta-feira, com cortes de incentivos fiscais, reforçando a estratégia de ajuste. Essa decisão é reflexo direto do arcabouço fiscal e de medidas adotadas ainda durante a transição de governo em 2022, que estabeleceram novas diretrizes para a política econômica.
O desafio atual do governo é conciliar a necessidade de arrecadação com a manutenção de programas sociais e investimentos em áreas prioritárias. Analistas avaliam que o Orçamento de 2026 será um teste crucial para a credibilidade da política fiscal e para a capacidade de articulação política do Executivo junto ao Congresso.
Com a votação marcada para o fim do ano legislativo, o resultado deve definir não apenas o rumo das contas públicas, mas também o tom da relação entre governo e parlamentares no início de 2026.
