Casos de SRAG começam 2026 em queda, mas Norte segue em alerta
O início de 2026 trouxe um cenário mais favorável para os indicadores de Síndromes Respiratórias Agudas Graves (SRAG) no Brasil. Dados recentes do InfoGripe, da Fiocruz, apontam queda nas tendências de curto e longo prazo em praticamente todo o país, com a maioria dos estados fora de níveis críticos de alerta.
Apesar da melhora geral, a região Norte permanece como exceção. Estados como Amazonas e Acre ainda registram aumento nas hospitalizações por influenza A, especialmente entre adultos e idosos, mantendo o sinal de alerta para as autoridades de saúde.
O boletim também reforça que, embora o país tenha iniciado o ano com indicadores mais estáveis, os efeitos de 2025 — marcado por circulação intensa de vírus respiratórios e pressão sobre o sistema de saúde — ainda influenciam a vigilância epidemiológica.
A Fiocruz destaca que a incidência de SRAG continua mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade permanece concentrada em idosos, reforçando a necessidade de atenção contínua às faixas etárias mais vulneráveis.
Com a queda dos casos na maior parte do país, o Ministério da Saúde segue monitorando os estados que ainda apresentam risco, especialmente diante da circulação de influenza A e outros vírus respiratórios.

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