Durante a deflagração da terceira fase da Operação Barco de Papel, realizada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (11), uma cena inusitada chamou a atenção das equipes envolvidas na ação. A operação tem como foco a investigação de crimes contra o sistema financeiro, especialmente aqueles relacionados à gestão de recursos da RioPrevidência.
A PF cumpriu mandados de busca e apreensão em diferentes endereços, aprofundando as apurações sobre possíveis irregularidades na administração do fundo previdenciário do estado do Rio de Janeiro. Segundo os investigadores, a nova etapa busca consolidar provas e identificar eventuais ramificações do esquema.
Embora os detalhes da situação inusitada não tenham sido divulgados oficialmente, agentes relataram que o episódio ocorreu durante uma das diligências e acabou se destacando em meio ao clima de tensão típico de operações dessa natureza. A PF segue analisando o material apreendido para avançar na identificação dos responsáveis e no rastreamento dos fluxos financeiros investigados.
A Operação Barco de Papel é considerada uma das mais complexas já conduzidas no âmbito da RioPrevidência, envolvendo suspeitas de fraudes, desvios e movimentações irregulares que podem ter causado prejuízos significativos aos cofres públicos