O pré-candidato ao Senado, João Roma (PL), afirmou nesta quinta-feira (23) que a recente fuga de detentos no Conjunto Penal de Eunápolis trouxe à tona questões estruturais na segurança pública da Bahia. Segundo ele, a revelação de possíveis vínculos políticos no caso evidencia um processo de “aparelhamento do Estado”, com reflexos diretos na gestão do sistema prisional.
A declaração ocorre após a fuga de 16 detentos do Conjunto Penal de Eunápolis, episódio que reacendeu o debate sobre a eficiência das políticas de segurança e o controle nas unidades prisionais do estado. Para Roma, o caso não pode ser tratado como um fato isolado, mas sim como parte de um cenário mais amplo que exige respostas firmes das autoridades.
Durante sua fala, o político destacou que é fundamental fortalecer mecanismos de fiscalização e gestão para evitar novas ocorrências, além de garantir maior transparência nas ações relacionadas ao sistema penitenciário. Ele também reforçou a necessidade de medidas que assegurem o cumprimento da lei e a proteção da sociedade.
A fuga em Eunápolis gerou repercussão no meio político e institucional, ampliando discussões sobre segurança pública, governança e responsabilidade administrativa. Especialistas e autoridades acompanham o caso, enquanto a população cobra soluções efetivas para evitar novos episódios semelhantes.
O tema deve permanecer em destaque nas agendas políticas, especialmente diante do cenário pré-eleitoral, onde segurança pública se consolida como uma das principais pautas de debate na Bahia.
