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Galípolo conquista Faria Lima, mas vê BC no epicentro de crises em 1º ano no comando

Galípolo conquista Faria Lima, mas vê BC no epicentro de crises em 1º ano no comando
  • Publicadojaneiro 2, 2026

A discussão sobre o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) ganhou novos contornos após o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmar ter “antipatia” e “resistência” às alterações anunciadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. As declarações, feitas um dia depois do anúncio e do recuo parcial da medida, evidenciaram pela primeira vez um desalinhamento público entre as duas autoridades econômicas do país.

A proposta de aumento do IOF caiu como uma “bomba” entre investidores, que interpretaram a iniciativa como um possível controle de capitais, gerando temor de saída acelerada de recursos do Brasil. A repercussão negativa foi imediata e atingiu diretamente Galípolo, que precisou agir rapidamente para tentar conter o desgaste no mercado financeiro.

Nos bastidores, a situação provocou cobranças de ambos os lados, ampliando a tensão entre o Banco Central e o Ministério da Fazenda. A fala de Galípolo, ao expor desconforto com a medida, reforçou a percepção de falta de alinhamento interno em um momento sensível para a política econômica.

Especialistas avaliam que episódios como esse podem afetar a previsibilidade das decisões econômicas e aumentar a volatilidade no mercado, especialmente quando envolvem figuras centrais da condução fiscal e monetária do país.

A expectativa agora é de que novos ajustes e esclarecimentos sejam feitos para reduzir ruídos e restabelecer confiança entre agentes econômicos.

Redação Terra do Cacau

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Redação Terra do Cacau

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