Em ‘Eternidade’, o amor é uma escolha diária: ‘Não há resposta errada, mas algumas são bem ruins’
O cinema e a TV já imaginaram inúmeras vezes como seria a vida após a morte, trazendo diferentes interpretações para o público. Na série The Good Place, os personagens vivem em uma espécie de vila, desfrutando do pós-vida no conforto de uma pequena cidade. Já em Viva – A Vida é uma Festa (2017), o mundo dos mortos é retratado como um lugar vibrante, repleto de música e festividade.
Agora, a novidade chega com Eternidade, novo filme estrelado por Elizabeth Olsen, que propõe uma reflexão ainda mais profunda: cada pessoa precisa escolher o mundo perfeito em que gostaria de morar para sempre — e decidir com quem deseja compartilhar essa eternidade.
A produção se destaca por unir elementos de fantasia e filosofia, convidando o espectador a refletir sobre valores, afetos e desejos que moldam a ideia de um pós-vida ideal. Com uma narrativa envolvente e visual marcante, Eternidade promete conquistar tanto os fãs de dramas existenciais quanto os admiradores de grandes produções cinematográficas.
